sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Catavento da escola primária de S. Gens (Montemor-o-Novo), em muito mau estado de conservação. Actualmente creio que já se encontra partido, e já caiu.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Espantalhos
Segundo o Dicionário da Sociedade de Língua Portuguesa, dá-se o nome de espantalho a uma figura, ou objecto, que tem por fim afugentar os pássaros das hortas, das árvores, das eiras, das searas, etc.
A palavra “espantalho” vem de “espanto”, que, em português pode ter dois significados: pavor e maravilhamento. Com o tempo, a ideia de pavor foi dando lugar à de surpresa, embora a de maravilhamento se tenha mantido, como podemos constatar, por exemplo, na frase: “O mosteiro dos Jerónimos é um espanto”!
Na verdade, os espantalhos são usados, segundo a antiga conotação da palavra, para “meter medo” aos pássaros, coisa que nunca percebi bem se conseguem, pois já algumas vezes os vi pousados a descansar, sobre o próprio espantalho.
Normalmente os espantalhos são feitos com a forma de uma figura humana – poderiam, e com lógica, ter a figura de, por exemplo, uma ave de rapina, das quais a maioria dos pássaros fogem instintivamente – pois os antigos camponeses tinham a noção de que os pássaros fogem é dos homens, e assim, lá aparecem eles com os aspectos mais diversos, e o “guarda-roupa” mais estranho, na sua missão de causar medo a uns, e afugentar o medo dos outros.
Eu considero os “espantalhos”, todos “eles”, figuras típicas da nossa cultura, pelo que resolvi ir fotografando alguns que vou encontrando por aí.
Gosto deles!
Coitados, não têm culpa de ser “espantalhos”!!!!
A palavra “espantalho” vem de “espanto”, que, em português pode ter dois significados: pavor e maravilhamento. Com o tempo, a ideia de pavor foi dando lugar à de surpresa, embora a de maravilhamento se tenha mantido, como podemos constatar, por exemplo, na frase: “O mosteiro dos Jerónimos é um espanto”!
Na verdade, os espantalhos são usados, segundo a antiga conotação da palavra, para “meter medo” aos pássaros, coisa que nunca percebi bem se conseguem, pois já algumas vezes os vi pousados a descansar, sobre o próprio espantalho.
Normalmente os espantalhos são feitos com a forma de uma figura humana – poderiam, e com lógica, ter a figura de, por exemplo, uma ave de rapina, das quais a maioria dos pássaros fogem instintivamente – pois os antigos camponeses tinham a noção de que os pássaros fogem é dos homens, e assim, lá aparecem eles com os aspectos mais diversos, e o “guarda-roupa” mais estranho, na sua missão de causar medo a uns, e afugentar o medo dos outros.
Eu considero os “espantalhos”, todos “eles”, figuras típicas da nossa cultura, pelo que resolvi ir fotografando alguns que vou encontrando por aí.
Gosto deles!
Coitados, não têm culpa de ser “espantalhos”!!!!
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
domingo, 18 de novembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
domingo, 11 de novembro de 2007
Cataventos
Catavento, grimpa, veleta ou zingamocho são as designações dadas à chapa metálica que encima pináculos de igrejas, palácios e de muitas chaminés de casas particulares, com objectivo de indicar a direcção do vento.
Muito para além da sua utilidade como orientador de práticas agrícolas e de actividades ligadas à pesca, o catavento incorporou, desde o primeiro momento da sua longa história, simbologias diversas, inicialmente visando a afirmação do religioso, com o galo a encimar os campanários, depois com as bandeiras de castelos e palácios a afirmar o poder temporal.Na actualidade, assiste-se a um renascer do catavento em casas particulares, quer com novos formatos quer com a repetição dos modelos mais antigos e generalizados. Galos, cegonhas, cães, cavalos, cavaleiros, cenas da vida rural, bruxas, dragões, tritões, setas e bandeiras são alguns dos temas que se multiplicam em chaminés e telhados de muitas regiões do país, notando-se agora, muitas vezes, a influência do retorno de emigrantes, com a multiplicação de modelos usuais em outras regiões da Europa.
(texto de “A aldraba digital”)
Muito para além da sua utilidade como orientador de práticas agrícolas e de actividades ligadas à pesca, o catavento incorporou, desde o primeiro momento da sua longa história, simbologias diversas, inicialmente visando a afirmação do religioso, com o galo a encimar os campanários, depois com as bandeiras de castelos e palácios a afirmar o poder temporal.Na actualidade, assiste-se a um renascer do catavento em casas particulares, quer com novos formatos quer com a repetição dos modelos mais antigos e generalizados. Galos, cegonhas, cães, cavalos, cavaleiros, cenas da vida rural, bruxas, dragões, tritões, setas e bandeiras são alguns dos temas que se multiplicam em chaminés e telhados de muitas regiões do país, notando-se agora, muitas vezes, a influência do retorno de emigrantes, com a multiplicação de modelos usuais em outras regiões da Europa.
(texto de “A aldraba digital”)
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Cartazes
A criação deste álbum tem a finalidade de mostrar alguns cartazes e bonecos que todos nós vemos por aí, ora convidando a uma farta refeição, ora indicando apenas um café, ou até mesmo um talho.
Acho estes cartazes, (alguns mais do que outros, claro) um excelente exemplo da criatividade popular, e por essa razão, irei aqui mostrando alguns que tive a oportunidade de guardar no meu arquivo fotográfico.
Espero que gostem e se divirtam com eles!
Acho estes cartazes, (alguns mais do que outros, claro) um excelente exemplo da criatividade popular, e por essa razão, irei aqui mostrando alguns que tive a oportunidade de guardar no meu arquivo fotográfico.
Espero que gostem e se divirtam com eles!
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